
Homenagem, Coinscidência ou "Acaso"?
Aqui posto algumas matérias e comentários que acho interessante nesse mundo absurdamente delicioso.
Hoje em dia, a situação dos aterros sanitários está um caos, superlotados, reciclar já tá quase deixando de ser a solução (mas ainda é) pelo excesso de lixo produzido. Qual a solução para o planeta? Parar de consumir coisas que vão para o lixo em tão pouco tempo. Mas se não tem jeito mesmo, vc precisa comprar algo, dá uma olhadinha em produtos que tem uma contrapartida ecologica ou social. Há muitos produtos assim. Aqui um exemplo, as sandalias/chinelos Dupé (braço mais popular da fabricante das Havaianas) está com um coleção com estampas do artista Romero Brito (achei lindas) e 7% da renda liquida da venda dessa coleção vai para a AACD de Recife-PE, num é legal?Se quiser consumir, consuma com contrapartida social ou ecologica.
Acabei de assistir Saló - 120 Dias de Sodoma filme emblemático do diretor italiano Pier Paolo Pasolini, o filme conta a história de um grupo de autoridades fascistas que sequestram jovens meninos e meninas para uma mansão isolada para alí fazer com eles todas as experiências sexuais possiveis. 
Pasolini não se aventurou apenas como cineasta, mas também foi poeta e escritor. Contestador, revolucionário, comunista e homossexual - ele foi morto por um garoto de programa (um dos atores de Saló), mas há uma versão de que seu assassinato teve motivação política. Um homem genial e cheio de contradições que entregou aqui sua obra mais contundente. O espectador pode até não gostar, mas não vai conseguir esquecer Saló. Isso, com certeza, não vai. O filme fecha sem final, deixando em aberto para o espectador, isso me imcomoda sempre, mas ao mesmo tempo não imaginava como o filme poderia fechar suas aspas de cores tão fortes.
Neste último Fim de Semana fui pra BH, fui levar minha mãe/pai em Ouro Preto, sonho antigo deles e aproveitei pra passar uns dias na capital mineira, e realizar uma vontade antiga, conhecer o Templo do teatro de rua, a sede do Grupo Galpão, e de quebra o Cine Horto.
Fui de Azul, e me surpreendi, excelente cia, banco de couro, recuo pras pernas maior que as outras e serviço de bordo bem bom. Chegado em BH me hospedei num hotelzinho bem simples e tradicional, longe daqueles padrões Ibis da vida, no dia seguinte bem cedo levei meus pais na Rodov, como quase toda rodov: prédio escuro e confuso. Eles embarcaram e fiquei solto por BH.
Fui então rumo ao metrô (demorado feito trem) e desci na Estação Horto. Bairro industrial antigo e cheio de concreto, quando cheguei ao Cine Horto me deparei com um local de fachada preservada e interior moderno e de bom gosto. No CPT deles um garoto entusiasmado me recebeu, indicou livros, me falou de sua arte e contou um pouquinho de seu trabalho: catalogar imagens do Galpão e novos livros pros cursos em andamento.
Quando olhei a exposição sobre Wanda Fernandes (A Julieta da histórica montagem de Gabriel Vilela) as lágrimas me vieram a mente, a sanfona, o figurino, a caixa de maquiagem, a sombrinha de frevo, as fotos... que deslumbre, que saudades. Quando adentrei ao Teatro do Cine Horto, caraca, q modernoso, ao mesmo tempo um toque artesanal com cordas de suspensão pras galharufas e varas. Uma platéia brilhosa e estilo arquibancada, solta no ar.
Uns atores montavam o cenário de mais uma peça do Feto (era As Criadas). Daí saí de lá instruito a procurar a Gabriele lá na casa do Galpão, sabia que iria me emocionar. Entrar onde conheço cada passo da história, entrar numa espécie de meu pequeno Globe. Subi uma ladeira desumana e imaginei Teuda descendo e subindo aquela ladeira por anos a fio. Imaginei Inês como qualquer atriz a fofocar por aquelas pedras e paralelepípedos.
Imaginei aquele grupo ainda amador e sonhador tomando alguma tubaína num barzinho que avistei. Assim como centenas de milhares de grupos amadores pelo Brasil, cheios de sonho e amor após um ensaio. Cheguei a sede, ao casarão, onde tudo não nasceu, mas sim tomou corpo, tomou forma. Quando fiquei de frente ao azulejo/ladrilho do nº da casa, do nome Galpão, fiquei de alma doce, de pés esperançosos e de puro amor. A menina recepcionista foi mineiramente simpática, soube que todo o grupo, inclusive a Teuda estavam ali dentro, ensaiando o novo trabalho.
Ela me mostrou o que podia da casa, trocamos 2 dedos de conversa, e resolvi deixar um bilhete para não atrapalhar o ensaio de meus "musos" hehehe. Terminei o bilhete, tomei uma agua, olhei em volta, respirei o ar do ensaio que vinha lá de dentro e fui-me ladeira abaixo rumo ao Metrô. Refastelado de teatro, como se eu acabara de sair de uma ópera, ou um épico de que eu tenha adorado. A Casa/Sede do Grupo Galpão é meu primeiro Globe. Meu Globe mineiro.
O Cine Horto, situado na região leste de Belo Horizonte, teve importante papel cultural para o bairro e para a cidade na década de 20. Sua fachada traz linhas art'decó e uma importante memória histórica e cultural. No intuito de preservar este patrimônio o Grupo Galpão escolheu este local para a implantação do Núcleo Cultural - O Galpão Cine Horto.
Grupo Galpão é um grupo de teatro de rua originário de Belo Horizonte.[1] Fundado em 1982 por Teuda Bara, Eduardo Moreira, Wanda Fernandes e Antônio Edson, teve sua primeira peça E a Noiva Não Quer Casar[2] encenada na Praça 7, em novembro de 1982.
Belo Horizonte (pron. [bɛloɾiˈzõtʃi][7]) é um município brasileiro, capital do estado de Minas Gerais. Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, foi planejada e construída para ser a capital política e administrativa do estado mineiro sob influência das ideias do positivismo, num momento de forte apelo da ideologia republicana no país.[8] De acordo com estimativas de 2009, sua população é de 2 452 617 habitantes,[2] sendo a sexta cidade mais populosa do país. Belo Horizonte já foi indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com melhor qualidade de vida na América Latina e a 45ª entre as 100 melhores cidades do mundo.[9] A cidade tem o quarto maior PIB entre os municípios brasileiros,[10] representando 1,38% do total das riquezas produzidas no país.[11] Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é o ranking da revista América Economía, no qual Belo Horizonte aparece como uma das 10 melhores cidades para fazer negócios da América Latina em 2009, segunda do Brasil e à frente de cidades como Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba.[12] A Região Metropolitana de Belo Horizonte, formada por 34 municípios, possui uma população estimada em 5.397.438 habitantes,[13][14] sendo a terceira maior aglomeração populacional brasileira, sétima da América Latina e 62º maior do mundo.[15]
A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos. Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação. Já que a prática da religião não se dá fora do contexto humano, ela tem exemplos de hipocrisia e não se pode dizer de nenhuma religião que é imune a ela. O escândalo dos chefes da Igreja Renascer, detidos e a cumprir pena nos E.U.A., é um exemplo. Durante o reino do governo teocrático Talibã havia numerosas denúncias relacionadas a comportamentos hipócritas realizados pelos regentes do Talibã ao mesmo tempo que puniam outros pelo mesmo comportamento. O Novo Testamento do Cristianismo refere-se especificamente aos hipócritas em vários lugares, em especial quando representando de maneira caricatural a seita dos fariseus, como por exemplo, o Evangelho de Mateus capítulo 23, versículos 13 a 15: " Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós.”
O candidato a vice na chapa de Marina Silva (PV), Guilherme Leal, bancou quase metade dos R$ 24,9 milhões gastos na campanha da terceira colocada na eleição. Em 22 doações distintas, o empresário, proprietário da rede de cosméticos Natura, repassou R$ 11,8 milhões, o equivalente a 47,5% do que arrecadou a candidata verde. Ao todo, sua campanha recebeu 3.098 depósitos, sendo 2.831 via cartão de crédito --pagamento feito diretamente por simpatizantes de sua candidatura. Apesar da quantidade, essas doações de pessoas físicas somam R$ 169 mil, ou 0,6% do total. As contas da candidata passarão por análise de técnicos e depois serão julgadas pela Justiça Eleitoral. Os dados da petista Dilma Rousseff e do tucano José Serra poderão ser entregues até o dia 30 de novembro, já que suas campanhas terminaram somente na semana passada.
Som Brasil, é um show-tributo a um compositor, adoro as novas roupagens a canções clássicas, é por lá que muitas vezes me apaixono por novas bandas, velhos artistas não-tão-velhos-assim, e artistas solos vanguardistas. Com uma responsabilidade imensa de estar diante de jovens diferenciados os cantores consagrados convidados a presidir o tributo fazem de tudo pra fazer versões deliciosas de músicas que eles mesmo já consagraram.
Por Toda a Minha Vida, é um documentário, com mistura de encenações e depoimentos, uma biografia eletronica de alguma celebridade morta a algum tempo redondo, ou um sumido por ai. Um formato agil e quadrado, sem profundidade, mas que por isso mesm te dá um pontapé a achar o tributado uma figura como ela foi. Fernanda Lima apresenta, não compromete, mas eu preferia uma figura menos engessada, se eu fosse os programadores colocaria Sabatella, Gabi Gabriela ou Lazaro Ramos.
Olhem este anúncio real do safadito pastor Silas Malafaia, uma biblia que vc GANHA desde que doe R$900,00. Sim, isto mesmo, vc ganha um terreninho no céu, um manual que vai acabar com a pobreza (a sua pobreza!) e ainda de quebra, de graça, na faixa, vc leva a Biblia!!! Depois eu digo "A ficção não consegue superar a realidade, nem na farsa". Jesus Luz me abana
Dilma foi presa! Sim, por lutar pela democracia, contra a ditadura, por não se esconder, por não fugir para o Chile, Dilma foi torturada e consta que nunca abriu o bico! Dilma assaltou banco e usou todo o dinheiro para financiar a luta contra os militares. Se hoje temos essa tal liberdade foi por causa de coisas assim, um pouco radicais. Graças a Deus existiram os radicais, senão era capaz de estarmos na mão do Tuma (já vai tarde) até hj!
Tadinhas das mulheres-frutas. A Melão teve parcos 1.650 votos no Rio de Janeiro. Enquanto isto, em São Paulo, a Pera amarga a humilhação de não ter um único votinho computado em seu nome – culpa de um dirigente do PTN, que não teria pago a tempo uma multa de 3 reais. Seu organizadíssimo partido é o mesmo da atriz pornô Cameron Brasil, que tomou no cu (kkkk) com 9.964 votos, pouco mais que um gang bang. As três sentiram nas fartas carnes o mesmo que Gretchen, derrotada para a prefeitura de Itamaracá em 2008, ou Rita Cadillac, que não se elegeu vereadora na Praia Grande no mesmo ano. Brasileiro não tem o menor problema de votar em ladrão: muitos fichas-sujas a-ha-za-ram nas urnas, e seguramente vão usar seus números consagradores para convencer os juízes a garantirem seus mandatos, durante os quais irão roubar mais ainda. Brasileiro também vota em ator da Globo, em assassino confesso, em rinoceronte, em macaco e, evidentemente, até em palhaço. A numerosa classe clownesca de São Paulo, com quase um milhão de integrantes, elegeu um digno representante de seu nível de engajamento político. Mas a palhaçada tem limite quando a candidata em questão é puta, ou pelo menos é percebida como tal. Qualquer promessa vaga de “mais saúde, educação e felicidade” se espatifa contra essas curvas de silicone. Certa está a Mulher Melancia, que tem muito mais chance de vencer “A Fazenda 3” do que suas colegas tinham de serem eleitas. Mais uma vez, elas saem do pleito – eu disse pleito – todas fudidas e mal pagas.